sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Inglorious Basterds



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Foi a primeira vez que Tarantino realizou um filme não-fictício (quer dizer... as personagens - pelo menos algumas delas - são fictícias)  e abordou-o de uma maneira peculiar. Quem diria que um filme sobre nazis e o Holocausto podia se transformar numa espécie de "spaguetti western" tão contagiante
A maneira como Quentin abordou o tema foi bastante ortodoxa pois trata-se de um tema bastante delicado, mas (mesmo com as suas piadas negras) Tarantino conseguiu, mais uma vez fazer um excelente filme (sem magoar os sentimentos de ninguém)

Got Milk
Há sempre tempo para um bom copinho de leite enquanto estamos  à procura de judeus refugiados  da guerra




A história de Inglorious Basterds desenrola-se em capítulos começando por apresentar a personagem Hans Landa, conhecido como caçador de Judeus, que foi a casa de um agricultor francês procurar por judeus escondidos e depois de os encontrar e de os executar e à família do agricultor descobre que uma das filhas do pastor, Shosanna, fugiu da quinta; 
para tentar combater as forças nazis o governo americano organiza uma força de ataque inteiramente formada por militares de origem judaica comandada por Lt. Aldo Raine para tentar aniquilar o máximo de judeus possíveis. No fim estas histórias acabam todas por se cruzar criando um grande e épico final


Acho que aquilo que aquilo mais me chamou à atenção ao ver o filme para além dos diálogos e momentos cheios de tensão foi a maneira de como todos os personagens secundários encheram o ecrã! Pessoalmente depois de ver o filme ainda não sei bem quem é que é a personagem principal


Na minha humilde opinião (e de quase todos os espectadores) o ator que mais se destacou foi sem dúvida (o já referido) Christoph Waltz, um homem que me surpreendeu bastante pois sem experiência nenhuma em Hollywood apenas com alguns papeis secundários em séries de televisão alemãs, no seu primeiro papel num filme "grande" conseguiu ganhar um Óscar





Outro ator que eu tenho a destacar é Martin Wuttke que interpretou um furioso e colérico Hitler, sempre que o via dentro do ecrã impunha um enorme respeito







Verídico Final: Um filme incrivelmente bom, como era de esperar de Quentin Tarantino, e um dos meus favoritos sobre o Holocausto
Logo, atribuo uma classificação merecida de 5 estrelas


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